A aposta da Apple no conteúdo digital

A aposta da Apple no conteúdo digital.

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A aposta da Apple no conteúdo digital

Depois de conquistar o mundo com celulares e tablets, a Apple parece bem interessada no mercado de conteúdo digital. Já que a ideia de um aparelho de TV revolucionário não vingou, a Maçã se concentra na criação de um sistema próprio de TV nos Estados Unidos via streaming.

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O projeto da Apple é oferecer conteúdo local de emissoras norte-americanas em cadeia nacional. A concorrente Sony oferece um serviço semelhante, mas apenas para poucas cidades.

As negociações da Apple com as emissoras e retransmissoras não devem terminar rapidamente, pois elas são muitas e bastante diversificadas. Mas a base planetária de usuários Apple é um trunfo que, com certeza, não será desprezado pelas emissoras.

A parceria da Maçã com a HBO, emissora de TV que produz a bem sucedida série Game of Thrones, é o começo da investida. Em março, a Apple anunciou o HBO Now, serviço que disponibiliza todo o conteúdo da HBO por streaming na web.

Por 15 dólares mensais, todos os filmes e séries da emissora podem ser acessados pelos assinantes, que assim não precisam comprar os pacotes das operadoras de TV paga que tenham esse conteúdo. O serviço só existe nos EUA, mas deve chegar logo a outros países.

O serviço foi incorporado à Apple TV, a caixinha que funciona como central multimídia. Agora, além da conexão a inúmeros serviços, como integração de iPads, iPhones e iPod Touch, o assinante também poderá assistir à programação da HBO.

De acordo com o site Canaltech, as grandes empresas de TV paga nos EUA não estão preocupados com a chegada da Apple no mercado de streaming, “uma vez que a proposta desse sistema é oferecer uma alternativa aos pacotes da TV por assinatura, ao invés de se tornar um (poderoso) concorrente para eles.”

Mesmo assim, é impossível pensar que a Apple tem tudo para se tornar a primeira ou a segunda força nesse mercado. A Apple poderá transmitir o que as grandes produtoras de TV e cinema ainda não liberaram para o Netflix, o serviço dominante de streaming do mercado.

A Apple pode não ser vista como concorrente para as emissoras talvez porque ela não produza conteúdo, apenas o retransmita. Mas, e se ela se empolgar e criar suas próprias séries e filmes? Dinheiro e experiência técnica não faltam…

Jogos em celulares: não importa onde e quando, você não vai resistir

As telas pequenas dos celulares espantam os viciados em jogos ou até mesmo usuários comuns? De jeito nenhum. Tanto que a fabricante japonesa de consoles Nintendo desistiu de remar contra a maré e anunciou em março que criará jogos com suas marcas para plataformas mobile, em conjunto com a desenvolvedora japonesa DeNA.

Fonte: TNT

Em um futuro bem próximo, personagens de Mário Bros, Zelda, Pokémon e outros vão desafiar os jogadores em tablets, celulares e possivelmente em relógios inteligentes. “Todas as propriedades intelectuais da Nintendo serão elegíveis para desenvolvimento e exploração graças a esta parceria”, segundo a empresa.

Bem, antes tarde do nunca. O Newzoo, instituto de análises do mercado de games, revelou no final de 2014 que o segmento de games para mobile deve movimentar US$ 30 bilhões este ano. A exemplo dos últimos anos, o ritmo de crescimento desse mercado deve se manter em dois dígitos.

Em 2017, o Newzoo estima que o segmento deve atingir um volume de US$ 40 bilhões (um resultado 13% maior que o da estimativa de 2015). Nesse ritmo, os games para mobile vão ultrapassar, em breve, os consoles tradicionais de PCs e videogames.

A migração dos jogos para plataformas móveis faz todo sentido e acompanha a tendência de as pessoas buscarem distração a toda hora e lugar. Questionável ou não, os dispositivos móveis são acessados no ônibus, na sala de espera do consultório médico e até durante aquela pausa para atender ao chamado da natureza.

Os presentes tecnológicos para agradar a todos os tipos de mães

Sua mãe é multiconectada, gosta de atualidades, esportes ou prefere mesmo uma boa leitura? O Dia das Mães, que cai no próximo dia 10, é a oportunidade perfeita para fazer um agrado na mama e dar aquele brinquedinho tecnológico que ela estava querendo há tempos, ou que ainda nem sabia da existência.

Mesmo que o estilo dela seja mais tradicional, a tecnologia reinventou vários produtos que podem surpreender pela funcionalidade e conectividade, como livros eletrônicos e pulseiras inteligentes.

Abaixo, segue algumas sugestões de presentes tecnológicos para o Dia das Mães:

Samsung Galaxy S6

Já que é para presentear a mama, que seja algo de qualidade e que dure muito tempo. A tela do novo Samsung Galaxy S6 é uma das mais nítidas do mercado, graças à sua tela AMOLED de 2560 x 1440 pixels que funciona em um display de 5,1 polegadas.

Aliado a um processador muito rápido – o Samsung Exynos de oito núcleos -, o desempenho das chamadas de áudio e voz ficam consideravelmente mais rápidas, só para ficar nessa funcionalidade.

Ipad Air 2

Mais leve e rápido, o Ipad Air 2 da Apple é considerado por muitos especialistas como o melhor tablet do mercado. A tela tem resolução de 2048×1536 pixels e tecnologia anti-reflexo. E o processador Apple AX8 oferece potência e gráficos de alta qualidade.

Lenovo G40

O notebook tem boa relação custo-benefício, o que o torna uma boa opção para uso doméstico e profissional. Na faixa de R$ 1,9 mil, o modelo tem processador Core i7 de quarta geração, com 1,8 GHz, 4 GB de RAM e 1 TB de disco rígido. A tela é de 14 polegadas (1366×768 pixels).

Nike+ SportWatch GPS

Para as mães esportivas, o relógio inteligente da Nike é uma boa opção. O dispositivo tem tecnologia de rastreamento em ambientes fechados, como academias e lugares de difícil acesso. Também possui localização por GPS, sensor de sinais vitais e alarmes que lembram o usuário que está na hora de correr.

Kindle

O livro eletrônico da Amazon tem tela sensível ao toque, dicionário embutido, marcador de texto e espaço para armazenar milhares de livros digitais. A bateria dura semanas e leva pouco tempo para carregar.

Porta-retrato digital

Há modelos de diversos tamanhos, que vão de 7 a 15 polegadas. Os mais recomendados são os que possuem telas de proporção 3:2, que representam o tamanho padrão de 15 x 10 centímentos e são os mais comuns entre as câmeras fotográficas.